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Duas Ou Quatro Rodas, Há Espaço Para Todas. Versão para impressão Enviar por E-mail
Quinta, 02 Maio 2013 18:30

Quem já viu a Campanha de Segurança Rodoviária "Duas Ou Quatro Rodas, Há Espaço Para Todas"?

O vídeo já está a passar em todos os canais televisivos e centra-se na sensibilização para a partilha da via pública entre os utilizadores de bicicleta e os veículos motorizados.

Esta Campanha trata-se de uma iniciativa da FPCUB e resulta de um protocolo com o Ministério da Administração Interna, ANSR, GNR, PSP e Sport Zone.

Pode ver e fazer o download dos restantes materiais da campanha clicando nos mesmos. Vamos passar a palavra e fazer desta campanha um sucesso!

Link do Vídeo: http://www.youtube.com/ watch?v=lYnSxrrq2n8

 

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LANÇAMENTO DE CAMPANHA DE SEGURANÇA RODOVIÁRIA - 29 DE ABRIL ÀS 17H00 Versão para impressão Enviar por E-mail
Sexta, 26 Abril 2013 15:51

No próximo dia 29 de Abril, Segunda-Feira, pelas 17h00 irá ter lugar uma conferência de imprensa na secretaria de estado da administração interna, onde será assinado um Protocolo entre a FPCUB, a Secretaria de Estado da Administração Interna, a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, a Polícia de Segurança Pública, a Guarda Nacional Republicana e a Sport Zone.

Este protocolo visa o estabelecimento das condições de lançamento de uma campanha promocional acerca da utilização da bicicleta a difundir através de suportes físicos de comunicação, da internet e de meios audiovisuais (RTP1, SIC, SIC Notícias e TVI).

A campanha centrar-se-á na sensibilização para a partilha da via pública entre os utilizadores de bicicleta e os veículos motorizados.

Nota: Para já o vídeo da Campanha pode ser visto na nossa página do Facebook https://www.facebook.com/fpcub, em breve colocaremos o link do vídeo no youtube acessível a todos. Os cartazes e outros materiais da camapanha também serão divulgados brevemente. Todos juntos faremos desta camapanha um sucesso.

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CICLISMO A FUNDO Nº 26 JÁ ESTÁ À VENDA Versão para impressão Enviar por E-mail
Sexta, 19 Abril 2013 15:54

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Por: Fernando Lebre


Já se encontra à venda a edição nº 26 da revista Ciclismo a fundo. No número que chega agora às bancas, os leitores terão a possibilidade de conhecer de perto todas as potencialidades da sublime Pinarello Dogma 65.1 Think2. Em foco nesta edição estarão igualmente a Fuji Altamira SL, assim como a Trek Domane 6.9 C e a Scott Speedster S30.

Procurando sempre estar a par das mais recentes novidades do pelotão nacional e internacional, a equipa de reportagem da Ciclismo a fundo fez-se à estrada e esteve à conversa com os ciclistas Daniel Silva e Vergílio Santos, tendo aquilatado quais as ambições das duas “panteras” para a temporada em curso. Também Peter Sagan e Ivan Basso são ilustres convidados da edição de abril/maio. Em duas entrevistas intimistas ficámos a conhecer um pouco melhor aqueles que são dois dos mais conceituados corredores do panorama velocipédico mundial.

Porque as fraturas são uma das lesões mais comuns dos ciclistas abordamos essa problemática na habitual rubrica de saúde num artigo rigorosamente a não perder!

A apresentação da 2ª edição do Granfondo Sky Road Aldeias do Xisto, da Taça de Portugal feminina e do Gerês Granfondo são outros dos temas a não perder na edição nº26 da sua Ciclismo a fundo.

 
JN dedica uma página à alteração ao código da estrada discutida hoje na AR Versão para impressão Enviar por E-mail
Quarta, 10 Abril 2013 11:36

Hoje o JN dedica uma página à proposta de alteração ao Código da Estrada discutida logo à tarde na Assembleia da República.

Aguardamos por boas notícias para todos os utilizadores de bicicleta.

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179º ANIVERSÁRIO DA ASSINATURA DA CONVENÇÃO DE EVORAMONTE - CORDÃO HUMANO Versão para impressão Enviar por E-mail
Terça, 09 Abril 2013 17:54

 

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Recomendação ao Governo da criação de condições para o transporte de bicicletas na CP Versão para impressão Enviar por E-mail
Quinta, 04 Abril 2013 19:21

A Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta, participou na "Unidade de Missão para a criação de uma Carta de Mobilidade Ligera" com dois elementos dos seus dos Órgãos Sociais. Nesta Unidade de Missão participaram também a REFER, CP, Estradas de Portugal, IMT, ANSR, Turismo de Portugal, Associação Nacional de Municípios Portugueses, PSP, GNR, e Instituto do Território.

A FPCUB apresentou uma proposta para discussão sobre a possibilidade de transporte de bicicletas nos comboios de longo-curso, tendo sido aprovada na Unidade de Missão, em que o representante da CP assumiu o compromisso de essa possiblidade ser concretizada, e que a própria CP já tinha há algum tempo iniciado um processo de estudo técnico do transporte de bicicletas nos comboios de longo-curso.

Prevê-se que as composições de bares dos inter-cidades sejam convertidos em espaços para transporte de bicicleta, assim que terminem as suas consessões, optando-se pela disponibilização de máquinas automáticas de café. Para os Alfa-Pendulares, estão em estudo as hipóteses de trtansporte de bicicletas nas carruagens existentes, e as novas composições já virem adaptadas para o efeito.

Resolução da Assembleia da República n.º 43/2013 Recomenda ao Governo a criação de condições para o transporte de bicicletas na CP — Comboios de Portugal, E. P. E. (CP, E. P. E.)

 
A PRÓSTATA DOS CICLOTURISTAS Versão para impressão Enviar por E-mail
Quinta, 04 Abril 2013 15:39
É sempre bom saber e recordar!
A próstata é um glândula vizinha da bexiga. O seu funcionamento habitual é imperceptível mas as suas modificações provocam muitas vezes perturbações urinárias.

Esta glândula aumenta de volume no homem, de forma natural, depois dos 50 ou dos 60 anos. Tem-se por vezes acusado a prática do cicloturismo de provocar ou de acelerar esta hipertrofia. Quem diz isto? Quais são as doenças da próstata e os tratamentos mais eficazes?

Anatomia e funcionamento da próstata

No homem, o parelho genital e o aparelho urinário estão estreitamente associados. Compõem-se de vários órgãos que asseguram a produção da urina e do esperma, sendo ambos eliminados pelo mesmo canal, a uretra, que atravessa o pénis. A próstata é uma glândula em forma de castanha, colocada sob a bexiga e envolvendo a uretra.

A secreção da glândula prostática mistura-se com a das vesículas seminais e com os espermatozoides criados nos testículos para formar o esperma. O desenvolvimento do tecido prostático depende das hormonas masculinas. Surge essencialmente na altura da puberdade e depois pára. Pode voltar a desenvolver-se mais tarde sob o efeito do envelhecimento. Produzir-se-á, então, uma hipertrofia da glândula, chamada adenoma prostático, que pode ocasionar a redução do diâmetro da uretra e de provocar dificuldades na micção.

As doenças prostáticas

A prostatite

É uma inflamação da glândula que pode aparecer em qualquer idade. Muitas vezes, uma infecção bacteriana transmitida por via sexual é a sua causa. O doente terá sintomas de febre, calafrios, tonturas, dores durante a micção, frequente vontade de urinar, dores ao nível do baixo ventre e, em certos casos, um corrimento de pus pelo pénis.
Um exame citobacteriológico da urina porá em evidência o gérmen responsável por esta infecção. O tratamento antibiótico é longo, no mínimo de três semanas, para evitar recidivas que poderiam conduzir a uma forma crónica de prostatite, perante a qual a medicina tem actualmente poucos meios. Os medicamentos anti-inflamatórios poderão acompanhar a terapia pelos antibióticos.

O adenoma prostático

É um tumor benigno muito frequente no homem depois dos cinquenta anos. Sob o efeito do envelhecimento, há um aumento do tecido prostático tal como acontece na puberdade. Dois terços dos homens são atingidos mas metade deles desenvolve verdadeiros sintomas. Em certos casos, o tecido hipertrofiado estende-se até à periferia da glande, pode comprimir as paredes da uretra e perturbar a saída da urina provocando diversas perturbações urinárias: Frequentes micções, sobretudo durante a noite, diminuição da intensidade do jacto de urina, impossibilidade de esvaziar completamente a bexiga, sensações de ardor e de incómodo. Com o tempo, este esvaziamento incompleto da bexiga pode favorecer o aparecimento duma infecção, incontinência ou mesmo de uma insuficiência renal.
Enquanto as perturbações são discretas, um tratamento medicamentoso pode ser suficiente. Utilizam-se medicamentos que descongestionam esta glândula, que agem ao nível das fibras musculares ou que diminuem o seu volume.
Uma vez que o adenoma provoca retenção da urina, a cirurgia é a terapêutica mais indicada. Actualmente, na maior parte dos casos, o cirurgião usa as vias naturais. Sob anestesia ele introduz no pénis uma fibra óptica que lhe permite visualizar e cortar o tumor. Por prudência é necessário esperar cerca de três meses antes de montar de novo a bicicleta. Enfim, o adenoma da próstata não ocasiona o cancro. Não há correlação entre estas duas doenças mas a sua coexistência é possível.

O cancro da próstata

É um dos cancros mais frequentes no homem de mais de 50 anos. A sua origem permanece desconhecida mas têm-se estabelecido relações significativas com o tabagismo, a alimentação ou o comportamento sexual. A sua evolução é lenta e silenciosa, sem sintomas aparentes durante muito tempo. Quando as perturbações urinárias aparecem o volume do tumor é já significativo. Quanto maior for o volume do tumor mais difícil será a cura, donde a importância de uma despistagem precoce. A partir de uma certa dimensão, o tumor invade tecidos vizinhos e dá lugar ao aparecimento de metáteses que se expandem por todo o organismo, sobretudo nos ossos, mas também no fígado e nos pulmões.
Numerosos tratamento existem

- A cirurgia propõe a ablação da glândula (prostatectomia). É a solução mais eficaz uma vez que, passados vinte anos, 76% dos doentes continuam vivos e sem recidivas. Desde logo esta intervenção pode praticar-se sob colioscopia, passando fibras ópticas e instrumentos pelo umbigo e por incisões minúsculas ao nível do baixo ventre. Esta técnica melhora o conforto operatório, reduz o tempo de hospitalização, diminui os riscos de incontinência urinária e de impotência no período pós-operatório.

A radioterapia externa consiste em irradiar a próstata durante 6 a 10 semanas. O risco de recidiva é maior do que com a cirurgia mas os riscos de impotência são menores.
Na terapia por rádio  colocam-se grãos de iodo radioactivo no centro do tumor a fim de o destruir. A eficácia a longo prazo está em estudo.
No tratamento por ultra-sons provoca-se uma elevação brutal da temperatura (85º a 100º) para cozer as células cancerosas. A eficácia a longo prazo está em estudo.
A crioterapia propõe a eliminação do tumor pelo frio. Falta avaliar a sua eficácia.
Enfim, o cancro da próstata é hormono-dependente. Suprimindo a testosterona, a hormona masculina ou os seus derivados, a próstata diminui de volume e as células cancerosas param de evoluir.

A influência do ciclismo

Na utilização da bicicleta, a posição sentada pode pôr em contacto com o selim toda ou parte da próstata. Esta justaposição pode explicar por vezes a inflamação da glândula, as dores e, eventualmente, uma elevação da taxa de PSA, sem que isto esteja demonstrado formalmente. Nenhum estudo científico demonstrou uma correlação entre a prática do ciclismo e o aparecimento (ou o agravamento) dum adenoma prostático.
Os problemas provocados pelo selim são as uretrites (inflamação do canal urinário) causadas pela pressão. As lesões traduzem-se por dores do tipo de formigueiros ou de ardor, ao nível do pénis.
Em todos os casos, a prevenção ou a correcção destes problemas passa pela escolha  de um bom selim, suficientemente largo e macio para que o rabo repouse correctamente na parte mais larga do selim. Em caso de dúvida deve pedir-se uma radiografia da bacia onde se poderá medir a distância das tuberosidades isquiáticas e escolher, então, um selim suficientemente largo, adaptado à anatomia de cada um. A posição prolongada na ponta do selim é sempre de evitar. O selim deve estar na posição horizontal, não demasiado alto e em caso algum levantado à frente.
Estas precauções são fundamentais no cicloturismo onde se está muito tempo sentado no selim como acontece durante as grandes distâncias.

A prevenção
A prevenção passará essencialmente por um exame sistemático da próstata, de dois em dois anos, a partir dos 50 anos. Se houver antecedentes familiares de cancro da próstata será aconselhado fazer este exame a partir dos 40 anos.
Este exame médico constará de um toque rectal para avaliar o volume, a consistência e os limites da próstata e uma análise ao sangue para ver a taxa de PSA (antigénio prostático específico). Trata-se de uma glicoproteína segregada pela próstata cuja elevação da sua percentagem no sangue é característica da prostatite, adenoma ou cancro.

Logo que seja detectada qualquer coisa de anormal, o paciente deverá ser enviado a um Urologista que se encarregará de mandar fazer os exames complementares:

-  Uma ecografia ou uma TAC para apreciar melhor o volume prostático e as suas repercussões sobre os órgãos envolventes (bexiga, uretra), assim como o volume de urina na bexiga antes e após a micção.
-  Medida do débito urinário. É um exame simples e eficaz que permite confirmar uma obstrução do canal urinário.
-  Uma série de biópsias, isto é, um exame de 10 a 12 níveis da próstata para analisar o seu tecido constitutivo e pôr em evidência uma evolução cancerosa.


Em conclusão, as doenças da próstata não são derivadas do uso da bicicleta. Elas são muito frequentes em toda a população, a partir dos 50 anos. Os cicloturistas, tal como as pessoas sedentárias, deverão fazer despistagens a partir desta idade, ou mesmo antes, se pertencem a uma família de risco. Quanto mais cedo um cancro for diagnosticado, mais fácil será o seu tratamento e menos tempo ele terá para disseminar metáteses.
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Legenda:
O selim deve estar na horizontal.
 
CICLISMO A FUNDO Nº 25 JÁ À VENDA! Versão para impressão Enviar por E-mail
Quinta, 21 Fevereiro 2013 15:11
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Por: Fernando Lebre*

 

A edição n.º 25 da Ciclismo a fundo já se encontra nas bancas e com ela assinala-se a chegada de uma nova temporada velocipédica. Para que não perca “pitada” da competição que já se encontra na estrada, a...presentamos-lhe os seis plantéis que rolarão nas estradas lusas, bem como as etapas que irão compor mais uma edição da Volta ao Algarve. E porque são os ciclistas os grandes protagonistas do espetáculo, não falta uma entrevista ao nosso emigrante José Mendes, os diários de Sérgio Paulinho e Hernâni Brôco, assim como os episódios mais inusitados vividos pelo ex-ciclista Hélder Miranda, num apontamento sempre humorístico proporcionado pela rubrica “estórias do arco-da-velha”.
Fora de competição, mas intimamente ligado a ela, fomos tomar um contacto próximo com três formações internacionais: a Cannondale, a NettApp e o conjunto feminino Lululemon/Specialized. Conheça de perto estas equipas e os pormenores que fazem delas estruturas de top!
Para todos quantos gostam de pedalar, apresentamos ainda uma panóplia de mini testes a componentes e acessórios indispensáveis para levar para a estrada, assim como testes a três máquinas que fazem furor na atualidade: a Cannondale Supersix Evo Di2, a Jorbi Ultimax e a Look 675. Damos-lhe ainda a conhecer, numa nova rubrica, um soberbo roteiro a Mira Villas e as particularidades que irá encontrar no Gerês Granfondo agendado para o dia 16 de junho. E porque o queremos devidamente preparado para este tipo de desafios, temos nesta edição um artigo relativo à importância da alimentação pós-Granfondo e outro que lhe indicará o que deve ingerir para que se possa restabelecer o mais rapidamente possível, assim que o dá por concluído. Por último apresentamos-lhe ainda uma reportagem sobre o primeiro passeio do ano, realizado em Lisboa. Não perca isto e muito mais numa banca perto de si!

 

Ciclismo a Fundo*

 
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